All Posts By :

Carolina Dini

  • Filosofando com as panelas

    Como fazer e cuidar de uma composteira doméstica (minhocário)

    A mudança incrível que a composteira faz na vida

    Falo muito sobre a importância da gente cuidar do lixo que produz, pois não existe isso de jogar fora. Quando percebemos o meio ambiente como extensão do nosso território, acabamos por absorver a necessidade de cuidar dele. Uma das oficinas que promovo no curso Cozinha da Terra é de compostagem doméstica, pois realmente acredito que todas as pessoas podem compostar o lixo orgânico, basta se dedicar.

    Antes eu achava que compostar o lixo era uma coisa que jamais se encaixaria na minha rotina. Pensava que iria feder a casa inteira, que minhocas andariam pela casa, enfim, um tanto de crenças me afastavam da compostagem.

    Continue Reading

  • Receitas

    Como comprar orgânicos baratos

    Afinal, orgânico custa mais caro?

    Segundo o Instituto Kairós, um orgânico no supermercado pode custar de 2 a 4 vezes mais caro. Já vi um maço de rúcula mirrado por oito Reais e uma bandejinha de batatas comuns por doze, ambas embaladas em plástico filme e isopor. De assustar, né?

    Mas isso só acontece por que o supermercado é um intermediador entre o pequeno produtor e o consumidor, afora que, para manter a logística de um comércio desses funcionando, muita grana é investida com o pagamento de salários, transporte, energia elétrica e etc., por isso quem sai perdendo é o pequeno produtor e o nosso bolso.

    Existem algumas formas de comprar orgânicos mais baratos, e hoje vim lista-las na tentativa de buscarmos alternativas para comer melhor e de quebra dar as mãos aos pequenos produtores, movimentando a economia da nossa cidade.

    Os alimentos orgânicos, além de não conterem “fitossanitários”, que nada mais são que agrotóxicos/venenos, contam com mais antioxidantes.

    Mas antes de contar como a gente pode fazer essa compra consciente, quero comentar alguns pontos importantes sobre os orgânicos.

    Comprar orgânicos é fazer micropolítica

    No manual “Segura Esse Abacaxi”, o Greenpeace alerta que “no mundo quase 800 milhões de pessoas passam fome, enquanto a obesidade e o sobrepeso atingem 1,9 bilhão de pessoas. As safras nunca foram tão grandes, ao passo que o futuro desta produção nunca foi tão incerto. O uso intensivo de agrotóxicos é a base desse modelo insustentável e desigual, que impacta a sua saúde e o meio ambiente. A conjuntura política atual torna esse cenário ainda pior. Agendas como a de direitos sociais e meio ambiente viraram moeda de troca barata para a permanência do presidente no cargo, mantida graças ao apoio da maior frente parlamentar do Congresso Nacional, a bancada ruralista. Há um extenso pacote de maldades negociado entre governo e ruralistas que atua nesse sentido: redução e extinção de áreas protegidas de floresta, paralisação das demarcações de terras indígenas, quilombolas e da reforma agrária, enfraquecimento do licenciamento ambiental, venda de terras para estrangeiros, anistia a crimes ambientais e a dívidas do agronegócio, legalização da grilagem de terras e desmonte da legislação de combate ao trabalho análogo ao escravo, entre outras iniciativas.  Na linha de frente dessa ofensiva, está também o incentivo ao uso de mais agrotóxicos na produção de alimentos, resultando, invariavelmente, em mais veneno no nosso prato e de nossas crianças”. 

    Esses dados só reforçam a ideia de que comprar orgânico é uma necessidade que vai além de manter nossa saúde, é uma forma de fazer micropolítica. Se nós, consumidores, pudermos adotar os orgânicos, criaremos uma demanda de mercado, e assim mais produtores serão beneficiados. 

     

    Euzinha na Horta da Cidade, feliz da vida colhendo meu orgânicos

    Orgânico certificado x não certificado, qual a diferença?

    Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), para que alimentos possam ser comercializados no Brasil como “orgânicos”, os produtores devem obter uma certificação por Organismo da Avaliação da Conformidade Orgânica (OAC).

    Porém, nem todos os produtores têm condições de conseguir a tal certificação, seja por falta de grana, informação ou outros inúmeros motivos. Por isso, quando você se deparar com alimentos que não possuem esse certificado, para ter certeza que está comprando orgânicos, olhe nos olhinhos do produtor para perguntar e, se possível, visite o local onde ele produz.

    A essa altura, sei que você deve estar pensando que isso é impossível diante da correria do dia a dia, mas preciso contar que, quando faço amizade com um produtor e me torno uma cliente fiel, além de ganhar descontos eventuais e muito conhecimento, crio uma conexão com o alimento a ponto de querer saber mais de perto como ele é produzido, tornando esse processo de compra muito mais fácil.

    3 documentários sobre o perigo dos agrotóxicos para abrir de vez seus olhos

    Para entender a importância dos alimentos orgânicos, sugiro que você veja 3 documentários muito interessantes, que mudaram meu olhar sobre o consumo dos alimentos orgânicos:

    “O mundo segundo a Monsanto”

    “O veneno está na mesa” (existem 3 da mesma série)

    – “Ilha das Flores”

    Esse último é bem antigo, mas eu assisti de novo esses dias e amei a forma como ele aponta a necessidade da gente parar de consumir veneno.

    O aumento do uso do agrotóxico no país

    Estamos em maio de 2019, e até agora o governo aprovou 86 agrotóxicos que não estavam no nosso “cardápio”. Os maiores países fornecedores de veneno são os EUA (Dupont e FMC), Alemanha (Bayer e Basf) e Suíça (Syngenta), sendo que esses países vendem mais do que consomem. Isso já diz muito, né?

    A Juliana Gomes, do Comida Saudável Para Todos, que inclusive teve a belíssima ideia de nos presentear com o “Jornal Do Veneno” em seu Instagram (@comidasaudavelparatodos), um dia citou a Pesquisa da USP “Geografia do uso de agrotóxicos e conexões com a União Européia”, que mostra dados assustadores:

    – 30% dos agrotóxicos usados no Brasil são proibidos na Europa

    – O setor movimenta 7 bilhões de dólares por ano

    – O Brasil é o campeão do mundo no uso de veneno

    Pesado, né?

    Esses dados apontam como a bancada ruralista, hoje presente de forma massiva no Congresso Nacional, trabalha facilitando a vida da indústria alimentícia, que coloca coisas tóxicas no nosso prato. Aliás, você sabia que a mesma indústria que nos vende comida anda de mãos dadas com a indústria farmacêutica? Conto tudo nesse post aqui. 

    Afinal, como comprar orgânicos baratos?

    Vamos às dicas:

    • Crie um grupo de compras coletivas. Na última empresa que trabalhei, convenci meus colegas a formarem comigo um grupo de compra coletiva de orgânicos. O produtor entregava as cestas por preço módico uma vez por semana na porta do trabalho, o que facilitava a vida de todos. O maior empecilho aos grupos de compra é a responsabilidade de quem participa, pois a gente precisa lembrar que o produtor vai se movimentar para cultivar e fazer as entregas, de forma que todos precisam estar conscientes disso e realmente envolvidos no processo, senão fica difícil ir pra frente. Esses grupos são uma mão na roda, pois pelo que já conversei com muitos agricultores, eles têm dificuldade de divulgar seus produtos e até mesmo de participar de feirinhas por conta da logística. Se você não conhece ninguém que produz, passe a frequentar a feira mais próxima até achar alguém de confiança. Vale lembrar que as compras coletivas funcionam para outros ingredientes. Eu, por exemplo, já participei de grupos de compras de oleaginosa e cogumelos orgânicos.
    • Procure associações ou microempresas que vendem cestas orgânicas. Na minha cidade existem coletivos que reúnem agricultores familiares para fazer o trabalho de entregar as cestas orgânicas. Essas são inciativas bem legais, mas certifique-se que o agricultor está recebendo uma parcela justa pelo fornecimento dos orgânicos, pois já tive notícias de lugares que pagam uma quantia mínima a quem planta, o que não é nem de longe uma economia saudável. Vou citar dois empreendimentos pequenos que entregam cestas em Belo Horizonte, que conheço e adoro: Amor à Horta (@amorehortabr) e CSA Nossa Horta (@csanossahorta). Já na @ahortadacidade, que é uma horta urbana incrível, você pode fazer uma visita e sair de lá com orgânicos colhidos na hora, eles contam com mais de 40 espécies.
    • Coma PANC´s. Conheci o Valdely Kinupp há cerca de três anos, e depois disso meu olhar sobre o que comemos mudou. Ele é o criador do termo Plantas Alimentícias Não Convencionais. Depois que comprei livro dele, criei uma obsessão pelas PANC´s a ponto de largar meu emprego de advogada e começar a dar cursos culinários numa horta. Hoje sou capaz de reconhecê-las nos canteiros da rua, apesar de ainda ter muito o que aprender, já que a variedade é infinita. É muito assustador pensar que a gente só consome 0,08% dos alimentos comestíveis disponíveis na natureza, segundo a BBC. Assim, buscar as PANC´s é certamente uma forma de combater nossa monotonia alimentar.

    A taioba não é PANC em Minas Gerais, mas pode ser considerada PANC em outros estados.

    Ela é um planta que brota no meio do quintal de forma espontânea, incrível para branquear e fazer trouxinhas

    • Procure as frutas feias. Desde que entendi que a padronização dos corpos atinge até os alimentos, passei a dar muito mais valor às frutas feinhas. Se você compra nas feiras ou participa das famosas xepas, provavelmente vai gastar menos se mudar o olhar sobre a forma da sua comida. Aliás, isso vale para supermercados, pois já vi grandes redes descartar alimentos que não estavam estragados por conta da casca simplesmente começar a escurecer. Quem sabe rola uma promoção?
    • Plantar é a chave! Se você tem condição de cuidar minimamente de plantas, plante! Existem verdinhos muito adaptáveis aos apartamentos. Segundo o agricultor urbano George Lucas, responsável por manter a Horta Da Cidade, é possível manter em apartamentos pequenos, onde o sol não é tão abundante, as seguintes plantinhas para usar no dia a dia como temperos: manjericão, alecrim, salsinha, coentro, tomilho e orégano, já que elas necessitam de cerca de duas horinhas de sol e água apenas uma vez por dia. Você pode plantar numa jardineira e mover de lugar para pegar um sol, caso seja preciso. Tenho uma amiga que coloca as plantinhas para tomar sol na janela do banheiro, pois esse é o único lugar da casa onde tem luz. Além disso, tendo temperos frescos como esses em casa, a gente usa só o que precisa, evitando comprar um molho enorme que muitas vezes é desperdiçado. Outra ideia é usar o jardim ou canteirinho do prédio ou condomínio onde vive para plantar, mobilizando os vizinhos para um mutirão, ou então procurar hortas comunitárias, que já existem em algumas cidades.

    Esse aqui é o George, meu parceiro do Curso Cozinha Da Terra

    Foto da Fernanda Villaça

    • Frequente feiras. A lógica é simples: como já apontei no começo desse post, quando o supermercado faz a intermediação entre o produtor e você, obviamente ele sai lucrando por isso. Quanto, então, o produtor sai ganhando? Quando penso nisso, não tenho a menor dúvida que vale a pena frequentar feirinhas. Se você não sabe onde fica a mais próxima de você, dê uma olhada no site feirasorganicas.org.br, que mapeou feiras em todo o país. Se você não encontrar uma na sua cidade, vá até o centro da cidade, onde elas costumam estar localizadas, e pergunte.
    • Olhe ao redor. Talvez você tenha o privilégio de ter um vizinho ou conhecido com quintal em casa. Nesse caso, veja se ele está disposto a fornecer ou vender parte do que produz. No bairro onde moro (e olha que vivo na capital de Minas Gerais), existem algumas árvores frutíferas. Já aconteceu de achar amoras fresquinhas dando sopa. É claro que levei para casa e fiz uma geleia incrível 🙂
    • Familiarize-se com os alimentos da época. Além de economizar na hora das compras, é um passo para começar a planejar receitas a partir de determinado alimento. Se você sabe que irá encontrar berinjelas no mês me maio, por exemplo, porque não fazer uma caponata, que é um antepasto leve e nutritivo? Para facilitar a vida e começar a pensar de forma mais simples e prática, cole na geladeira uma listinha com o calendário dos vegetais, que você pode encontrar facilmente na internet, e dê uma olhada todas as vezes que sair de casa para a feira ou mercado. Com o tempo, vai ficar fácil memorizar quais são os alimentos da época. Assim, ainda que eles não sejam orgânicos, vão certamente conter menos veneno, pois cresceram no tempo propício. Maio, por exemplo, é mês de abóbora, abobrinha, batata-doce, berinjela, beterraba, cará, cenoura, chuchu, inhame, mandioca, mandioquinha, nabo e rabanete caqui, abacate e jaca. Usar essa simples informação ajuda seu bolso, contribui com o meio ambiente e torna sua comida ainda mais saudável e apetitosa. Além disso, usar as frutas e verduras da estação te desafia a buscar novas receitas e a fazer combinações surpreendentes.

    Espero que as dicas tenham sido úteis!

    Se você gostou desse post, provavelmente vai gostar também de saber como planejar sua alimentação semanal. 

  • Receitas

    O segredo da boa comida está no tempero fresco

    Onde comprar temperos frescos?

    Na Lista de 10 atitudes para motivar a cozinhar mais em casa, parte I, eu contei como minha vida mudou depois que adotei um armarinho para colocar meus temperos à vista.

    Indiquei também a ida às casas à granel para comprar especiarias secas em menor quantidade, mas como a vida é um aprendizado constante, de lá para cá descobri que muitas casas a granel pulverizam conservantes nos produtos para conservar o estoque.

    Continue Reading

  • Receitas

    Estrogonofe cremoso de cogumelos

    Estrogonofe é um prato muito afetivo pra mim. Minha mãe costumava fazer nos meus aniversários, na clássica versão frango e bastante creme de leite. Hoje, devido à minha intolerância à lactose somada à busca por uma alimentação menos industrializada, cortei o consumo de creme de leite da minha vida. É assustador o número de ingredientes presentes naquela caixinha que promete cremosidade…

    Na tentativa de fazer uma releitura do estrogonofe da minha infância, com uma cremosidade à altura, cheguei nessa receita sensacional, que me abraça nos dias em que sinto saudade de casa.

    Sugiro servir da maneira que a gente conhece: batata palha fritinha na hora com arroz branco. Se tiver com preguiça de fazer fritura em casa, procure uma batata palha caseira cujos ingredientes sejam, no máximo, óleo para fritar, batata e sal. Isso vai garantir que você esteja consumindo comida de verdade.

    Bora?

    Continue Reading

  • Filosofando com as panelas

    A paixão italiana pela comida local e o fetiche da comparação

    O amor dos italianos pela comida local

    Os italianos valorizam tanto sua comida que ela virou um ícone no resto do mundo. Porém, minha experiência de viagem pela Itália, que durou quase um mês, não foi tão magnífica assim. Passei por dez cidades, no total, e confesso que esperava massas diferentes e fantásticas, mas em vez disso comi muito molho de tomate ácido por lá, inclusive nos restaurantes indicados pelo Guia Michelin. Afora que fazer refeições completas gastando em Euro não é nada barato para a maior parte de nós, brasileiros, ainda mais nesse momento político e econômico tão frágil.

    Por outro lado, os ingredientes italianos me impressionaram muito: são simplesmente fantásticos, pois existe no país, que é relativamente pequeno, produtores rurais aos montes, então a comida local é fresca, colorida e deliciosa. Até os produtos processados contém menos substâncias danosas à saúde, se compararmos com os produtos brasileiros, já que o governo aqui facilita a vida das grandes indústrias o tempo todo. Os rótulos italianos são muito bem construídos, contendo até o percentual de cada ingrediente.

    Continue Reading

  • Receitas

    A cura pelas plantas x indústria farmacêutica

    A indústria nos engole. Engole a ponto de pensarmos coletivamente que novalgina não é uma planta, e sim um remédio que o operador do caixa da farmácia oferece a preço promocional, como se fosse chicletes, na hora que a gente vai pagar a conta.

    A Novalgina, também conhecida como mil folhas (Achillea millefolium), pode ser cultivada na sua casa em qualquer cantinho, e ouso dizer que a maior parte das pessoas nunca deve ter ouvido falar dessa possibilidade. O mesmo acontece com a Stevia rebaudiana. Quando falamos o nome dessa planta, quantos de nós associa ao frasco transparente com gosto de remédio que teoricamente serve para substituir o açúcar?

    A Novalgina é tão linda que muita gente usa para fins ornamentais 

    Me assusta o número de farmácias aumentando em cada esquina. Antes, a gente procurava um médico e, se por ele prescrito, o remédio. Agora, seja pela falta de acesso à saúde para todos no Brasil, por costume ou outros motivos, o contrário geralmente se dá: primeiro, o remédio. Depois, se não resolver, quem sabe outro remédio e depois um médico? Cansei de ver amigos usando drogas com sérios efeitos colaterais sem prescrição médica…

    Não estou defendendo a extinção da indústria farmacêutica, meu ponto é que a cura pela natureza tem ficado cada vez mais de lado, a ponto de as farmácias virarem verdadeiros shopping centers.

    Nilton Bonder, em A Cabala da Comida, fala que “é preciso ter consciência de que (…) ignorar um simples mal-estar ou dopar-se com remédios pode fazer no máximo com que a luz amarela se apague, o que não quer dizer que desapareçam suas representações emocional e espiritual em outros níveis, mas tão somente que será mais difícil identificá-las, pois cada plano apresenta um quadro de sintomas próprio”. Tentar absorver essa premissa de forma profunda é um dever que podemos traçar para nós mesmos, pois o sistema do corpo comunica.

    A saída é questionar o uso indiscriminado de remédios e tentar ouvir nosso corpo, um sistema inteligentíssimo que, quando sente dor, sempre tem algo a nos dizer. A busca por essa (auto)escuta é urgente. Não estou falando pra você largar seus remédios sem consultar seu médico, e sim para repensarmos juntos a ingestão de pílulas cotidianas que podem ser desnecessárias.

    Muitas vezes uma infusão resolve. Por exemplo, estou buscando trocar o Buscopam pela infusão de Sálvia para curar cólicas. A Sálvia, pra quem não sabe, é essa lindeza que estou segurando na chamada desse post, com uma textura aveludada deliciosa. Aliás, vale dar uma olhada nesse post se você está buscando entender seus ciclos menstruais e usar as infusões a seu favor. 

    Existem saídas para curas conscientes. Vamos conversar?

  • Receitas

    Creme de beterraba

    Esse creme de beterraba bonito de ver é simples de fazer.

    Para assegurar a cor, a beterraba tem que entrar crua na receita.

    Se você não gostar de castanhas ou não puder comprar, troque por mais um inhame médio cozido.

    Continue Reading

  • Receitas

    Purê de banana da terra

    Sou a louca da banana, creio que essa fruta é o design perfeito de Deus!

    Esse purê não é tão doce e a consistência fica perfeita.

    Gosto de deixar as bananas assando bastante para deixar um gostinho minimamente defumado, mas se quiser um purê mais clarinho, vale deixar menos tempo no forno.

    Ele é perfeito para acompanhar um prato com arroz e tomates confitados. 

    Continue Reading

  • sobremesas

    Trufa de chocolate com coco

    Essa trufinha é a salvação nos dias em que a vontade de comer doce bate. Não leva açúcar e você pode brincar com os ingredientes: se preferir, use outra oleaginosa no lugar da castanha de caju, coloque raspas de limão para uma trufinha cítrica, adicione 1 gota de óleo essencial de sua preferência para agregar sabor, e por aí vai.

    Para garantir a consistência, você deve apenas certificar que elas fiquem firmes porém levemente molhadinhas. 

    Continue Reading

Pin It on Pinterest