• Filosofando com as panelas

    Um vida organizada

    Encontrar pequenas felicidades em meio ao caos que estamos vivendo tem sido um desafio enorme, por isso tenho planejado brechas na minha agenda sempre que possível e valorizado cada vez mais os rituais de passagem do tempo.

    Ouvir os discos da Maria Bethânia, meditar, acender uma vela, jogar umas cartas de tarô, faxinar a casa enquanto tomo geladinho de coco, rolar pela sala com Fidel, meu cachorro, às quatro da tarde, escrever coisas que ninguém vai ler, dançar, tirar uma soneca de 15 minutos na rede depois do almoço, preparar uma sopa com um fundo vegetal bem aromático para as terças-feiras e fermentar mandioca até virar tucupi manso tem me salvado da sobrecarga de trabalho – mas é claro que tenho dias de pura procrastinação e ansiedade também: tô longe da perfeição.

    Método Pomodoro: já ouviu falar dele?

    Para esse planejamento da rotina dar certo, juro que não sei o que seria de mim sem o tal “Método Pomodoro”: os pequenos intervalos têm me permitido ter foco para dar conta de tudo que preciso, pois ele serve tanto para a gente gente executar tarefas do trabalho, planejar a alimentação, cozinhar mais em casa e organizar as ideias, como para não fazer mais na-da ou, quem sabe, ler um pouco.

    Sugestões aleatórias para intervalos interessantes

    Separei aqui coisas interessantes que passaram por mim nos últimos tempos para você, quem sabe, ler e ouvir num intervalo e outro, depois de começar a aplicar o tal Método Pomodoro na vida.

    Dançando e cantando (link): as músicas que ando colecionando no Spotify estão funcionando como uma forma repetir bons sentimentos que surgem quando escuto determinadas combinações musicais, por isso quis compartilhar aqui. Sempre tiro alguns minutos para dançar pela sala e o efeito tem sido terapêutico! Uma musiquinha já tá valendo: bora remexer o corpo, minha gente.

    As canções que você fez para mim (link): Tudo fica bonito com a Maria Bethânia – inclusive as músicas do Roberto. O disco As canções que você fez para mim saiu em 93 e tem releituras lindas daquelas canções que a gente já cansou de escutar no fim de ano.

    Liberte o Futuro (link): A gente precisa construir um novo mundo na pós-pandemia. Eliane Brum, que me fez chorar três litros com o livro “Meus Desacontecimentos” no último mês, propõe reflexões necessárias e traz alentos pros nossos corações inquietos nesta matéria.

    Escrever e diagramar (link): Escrever não é tarefa fácil e Marcelino Freire conta a dificuldade dos autores em parir livros que consigam o feito de traduzir a linguagem escrita e imagética imaginada. Ele ainda faz lives no Instagram (@marcelino.freire) e poemas que são um deleite para o coração. Desde que o conheci no FLI-BH, virei fã.

    Catupiry e fascismo: (link) Com uma investigação no arquivo público de São Paulo, o Joio e o Trigo produziu uma reportagem que mostra quais interesses estão pautando a legislação sanitária de alimentos desde sempre. 

    Para dicas de como esfriar a cabeça, vem comigo.


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    A foto deste post é do Breno da Matta (@brenodamatta)

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