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chocolate

  • bebidas / sobremesas

    Que tal um chocolate quente?

    Minha mãe fazia chocolate quente com muita frequência e isso me traz memórias felizes da infância. Hoje em dia faço minha própria versão nos dias que tô afim de tomar coisinhas quentinhas e gostosas. Uma espécie de autocuidado mesmo, sabe?

    Filmes para assistir tomando esse chocolate quente

    Comecei, de uns dois meses para cá, a fazer lista de filmes que assisti e gostei bastante. Elegi três que possivelmente renovarão sua fé na humanidade, para tomar essa delícia. O primeiro é “A Ganha Pão” (The Breadwinner), que conta a história de uma menina afegã que desafia o regime Talibã com todo o seu feminismo. O longa toca profundamente ao mostrar a situação da fome, bem como a importância das sementes e da agricultura. Já “Pachamama”, que se passa na Cordilheira dos Andes, traz como personagem principal um menino que vive numa aldeia na e sonha em ser um líder xamã. Já dá para imaginar o que vem por aí, né? Por fim, não deixe de ver um dos meus preferidos: Sete Minutos Antes da Meia Noite (A Monster Calls! O personagem principal passa por momentos perturbadores ao lidar com a doença da mãe, até que um um Freixo, uma árvore centenária, chega para contar três histórias. Todos esses filmes me fizeram chorar, então prepare-se, tá?

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  • sobremesas

    Trufa de chocolate com coco

    Essa trufinha é a salvação nos dias em que a vontade de comer doce bate. Não leva açúcar e você pode brincar com os ingredientes: se preferir, use outra oleaginosa no lugar da castanha de caju, coloque raspas de limão para uma trufinha cítrica, adicione 1 gota de óleo essencial comestível de sua preferência para agregar sabor, e por aí vai.

    Para garantir a consistência, você deve apenas certificar que elas fiquem firmes o suficiente para enrolar, e ao mesmo tempo levemente molhadinhas. 

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  • Receitas / sobremesas

    Calda de chocolate com leite de coco

    Às vezes faço um potinho dessa calda e guardo na geladeira para ter em mãos quando a vontade de comer doce bate, pois ela dura cerca de 4 dias.

    Costumo usar um fio no café, para rechear panquecas ou cobrir bolo ou despejar lindamente por cima de uvas, como na foto desse post, que foi capturada pelas lentes da @diniloris.

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  • Filosofando com as panelas

    A beleza pela beleza

    É preciso pedir licença para falar sobre a beleza?

    Qual a importância da beleza na hora de montar um prato caprichado num final de semana especial e onde ela está presente no dia a dia corrido? Há espaço para a beleza pela beleza nesse sistema capitalista, onde cumprimos o papel utilitarista de máquinas desejantes? Há futilidade na beleza?

    Essas perguntas andam me rondando faz tempo, especialmente depois de ter começado a estudar a arte da temperagem do chocolate, coisa que considero parte do meu trabalho – quando falamos sobre a cozinha, uma técnica específica pode ser aplicada em outras receitas, não há limites.

    Numa dessas imersões chocolatudas, quando compartilhei as imagens de uma barra cheia de pétalas de flores laranjas numa quarta-feira à tarde, resultado de vários testes que renderam uma considerável pilha de panelas e bancadas sujas, uma renca de pessoas me escreveu perguntando se o doce estava “à venda”, outras tantas pediram de forma grosseira a receita simplesmente ordenando: “receita?”, e uma mão cheia de gente insinuou sobre a “folga” de fazer chocolate “uma hora dessas”. O mesmo aconteceu quando resolvi fazer shoyu e missô para afastar a mesmice pandêmica e entender melhor esses processos fermentativos, que dependem de fungos específicos.

    Essas reações inóspitas me confirmaram a importância de dedicar tempo à beleza e às amenidades da vida sem pedir licença. Pode ser, por exemplo, um exercício simples de observação de alguma planta comestível (ou não) ou de qualquer outra coisa que que não custe dinheiro algum. Fico feliz da vida olhando de perto o caule das minhas centenas de plantas, suas cores, o encontro das folhas, eventuais frutos, cheiro, superfície, gosto… Parece que isso renova alguma coisa dentro de mim.

    Conversando com uma moça que acompanha meu trabalho sobre o que pode ser belo em meio à feiura, ela me indicou o documentário “Why Beauty Matters?” (por que a beleza importa?), que joga uma luz nesses devaneios. Logo depois o Daniel, meu companheiro, me enviou essa palestra da Professora Lúcia Helena Galvão, onde ela fala justamente sobre o documentário, uma coincidência danada! Espero que gostem – e assistam com olhos críticos!

    Aproveito para compartilhar o post “como usar e onde comprar missô”, que fiz com a ajuda do pessoal lá no Instagram!


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    Com amor e com fome,

    Carolina Dini

  • bebidas

    Leite cremoso de inhame

    Esse leite bem quentinho é quase um abraço. Se quiser um ponto mais líquido, fique à vontade para adicionar água aos pouquinhos até chegar na textura que preferir. Para usar como creme branco, adicione azeite e sal o quanto baste, assim ele vai ficar mais encorpado. Vale também temperar, tomar com açúcar, derreter chocolate no meio e o que mais couber na sua imaginação!

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  • comidinhas / Receitas

    Inhame-rei

    Inhame é rei na minha cozinha. Uso o tempo todo para levantar a imunidade quando sinto que meu corpo tá pedindo arrego. É um santo remédio contra os sintomas da TPM, dizem que atua também contra a depressão. Por isso vim passar algumas receitas para incentivar o consumo desse tubérculo maravilhoso!

    Cuidado antes de usar inhame cru

    Se você começar a descascar o inhame e ele coçar a mão, não coma cru, você pode ser uma pessoa sensível aos cristais de oxalato e ter reações severas, ok?

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  • sobremesas

    Barrinha de cereal pedaçuda

    Essa barrinha faz sucesso por onde passa!

    A verdade é que faço várias versões dela, usando os ingredientes mais baratos que encontrar. E isso depende do lugar onde compro e da época também. A ideia é brincar bsatante, inventar combinações, tirar uma coisa aqui e colocar outra ali.

    Observando os ingredientes-base, que cito abaixo, o resto é complementar.

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